ALERTA DE SOBREVIVÊNCIA FUNCIONAL

A planilha não tem
ideologia. Ela corta.

Barata eleger o Baygon para cuidar do patrimônio público e do próprio emprego é transformar a urna em dedetização voluntária. A barata eleitora do Baygon não ganha imunidade por ter apertado o botão: para a planilha da privatização, continua sendo só custo a ser eliminado.

No vídeo publicado por Flávio Bolsonaro, a promessa é privatizar 95% das estatais. Não é “mal-entendido”, nem corrente de grupo de família: é agenda declarada. Votar no anúncio da liquidação e depois torcer para o próprio emprego escapar da lista é jogar o contracheque na roleta da exceção.

Com a Petrobras, o caminho da venda de subsidiárias e ativos já foi levado adiante sem autorização legislativa específica para cada operação; o Congresso chamou a estratégia de “fatiamento”. Se fizeram isso com a Petrobras, imagina o que podem desenhar para o SERPRO: quem depende da empresa não pode esperar o edital para começar a fazer conta.

E antes que alguém chame isso de exagero: as referências abaixo reúnem a promessa privatista, o precedente da Petrobras e reportagens sobre emendas, o caso das rachadinhas, as relações com a família de Adriano da Nóbrega e o caso Daniel Vorcaro. Leia as fontes, acompanhe os fatos e tire as próprias conclusões — de olhos bem abertos.

Este simulador existe para transformar o susto em número. Preencha os dados, guarde cenários e se prepare agora: discurso de campanha passa; boleto, demissão e retirada de patrocínio não esperam a próxima eleição.

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Calculadora da Privatização

Planejamento Trabalhista e Previdenciário para Empregados do SERPRO

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